Blog

Quem Tem Medo do Tédio?

Neste texto, eu reflito sobre a minha relação com o tédio, que já foi um dos meus maiores medos, especialmente durante um período difícil de ansiedade em que eu sentia necessidade constante de me ocupar para que o tempo passasse. Em contraste, lembro da minha infância, quando eu conseguia me entreter facilmente com a própria imaginação e aproveitava o ócio de forma natural e criativa. Hoje, percebo como tento preencher cada momento com estímulos, muitas vezes recorrendo às telas, e como isso se conecta a uma pressão maior por produtividade. Ao final, reconheço a importância de resgatar o tempo livre e o “não fazer nada” como forma de estimular a criatividade e proponho a mim mesma incorporar esses momentos na minha rotina.
Photo by Luis Ruiz on Pexels

Pisando em Brasas

O texto é uma narrativa sensorial e metafórica sobre dor emocional constante, comparada à sensação de caminhar sobre brasas. Nele, descrevo um profundo desconforto com a própria realidade e um sentimento de estagnação, ao mesmo tempo em que expressa o desejo intenso de fuga, transformação e recomeço. Ao imaginar um novo lugar onde poderia reconstruir sua identidade, o texto revela uma busca por pertencimento, alívio e a possibilidade de finalmente se tornar quem sente que realmente é.

Sobre meus avós, Alzheimer e o que nos define

O texto é uma reflexão íntima sobre identidade e o que nos define como indivíduos, a partir da minha experiência com o meu avô que sofria de Doença de Alzheimer. Ao observar a transformação da personalidade dele com o avanço da doença, questiono o papel das memórias, da genética e das vivências na construção de quem somos. Misturando lembranças pessoais e pensamentos existenciais, o texto levanta a dúvida central: sem nossas memórias, ainda seríamos nós mesmos?

Ocupação dos espaços públicos ainda é desafio para os produtores da cidade

Matéria produzida para o Jornal Esquina da faculdade Uniceub em 2015.
A matéria aborda o crescimento de movimentos que buscam ocupar e revitalizar espaços públicos nas grandes cidades, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida e fortalecer a convivência urbana. Em Brasília, eventos como a Mimosa e o PicNik exemplificam essa tendência ao transformar locais antes degradados em pontos de encontro e lazer. No entanto, o texto destaca que dificuldades como burocracia, falta de recursos e problemas de gestão pública ainda limitam o avanço dessas iniciativas na cidade.