Quem Tem Medo do Tédio?
Neste texto, eu reflito sobre a minha relação com o tédio, que já foi um dos meus maiores medos, especialmente durante um período difícil de ansiedade em que eu sentia necessidade constante de me ocupar para que o tempo passasse. Em contraste, lembro da minha infância, quando eu conseguia me entreter facilmente com a própria imaginação e aproveitava o ócio de forma natural e criativa. Hoje, percebo como tento preencher cada momento com estímulos, muitas vezes recorrendo às telas, e como isso se conecta a uma pressão maior por produtividade. Ao final, reconheço a importância de resgatar o tempo livre e o “não fazer nada” como forma de estimular a criatividade e proponho a mim mesma incorporar esses momentos na minha rotina.